vôlei sentado

o vôlei sentado é PRATICADo POR ATLETAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICo-motora

nossas conquistas

  • 2019 – Vice-Campeão no Brasileiro Série Prata.
  • 2019 – 3° lugar na Etapa da Super Liga InterClubes Nacional.
  • 2018 – 4° lugar no Brasileiro Série Prata.
  • 2018 – 5° colocado no Campeonato Paulista.

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No vôlei sentado, podem competir homens e mulheres que possuam alguma deficiência física ou relacionada à locomoção. São 6 jogadores em cada time, divididos por uma rede de altura diferente e em uma quadra menor do que na versão olímpica da modalidade.
Os sets tem 25 pontos corridos e, o Tie-Break, 15. Ganha a partida a equipe que vencer três sets. A quadra mede 10m de comprimento por 6m de largura. A altura da rede é de 1,15m no masculino e 1,05m no feminino. É permitido bloqueio de saque, mas os jogadores devem manter o contato com o solo o tempo todo, exceto em deslocamentos.
No Brasil, a modalidade é administrada pela Confederação Brasileira de Voleibol para Deficientes (CBVD).

conheça nossa modalidade

  • Físico-Motora
  • Masculino
  • Feminino

Mede 10m X 6m. A rede fica a 1,15m do chão no masculino, e a 1,05m no feminino.

Mesmas do vôlei olímpico (melhor de 5 sets). A exceção é que se pode bloquear o saque.

6 Jogadores.

Os jogadores são divididos em dois grupos, de acordo com o grau de limitação ocasionado pela sua deficiência. Os com amputações e com problemas locomotores mais acentuados são classificados como VS1. Já os que possuem deficiências quase imperceptíveis como problemas de articulações leves ou pequenas amputações nos membros são classificados como VS2. Cada equipe só pode contar com dois jogadores da classe VS2 no time. E os dois não podem estar em quadra ao mesmo tempo.
  • VS1 | Deficiência severa.
  • VS2 | Deficiência leve.

depoimentos

Fotos

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